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terça-feira, 14 de abril de 2020

Coelhinhos de Páscoa

   Os rapazes também quiseram contribuir com um mimo para a mesa do dia de Páscoa. E sairam uns coelhinhos fofos e doces. 

 


   
75 g de açúcar
3 colheres (sopa) de açúcar baunilhado
1 ovo
150 g de margarina
300 g de farinha
1 colher (café) de fermento em pó

   Ligue o forno a 180ºC.
   Coloque todos os ingredientes da massa e programe 2 minutos/ velocidade 6.
   Deixe repousar 30 minutos (no frigorífico).
   Seguidamente, estenda a massa com o auxílio de um rolo de cozinha.
  Com moldes em forma de coelhinhos, recorte as bolachas. 
   Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal, e pincele com o ovo batido.
   Leve ao forno, pré-aquecido a 180º, cerca de 10 a 12 minutos.
   


domingo, 12 de abril de 2020

Harmonia



   Que a harmonia que Jesus procurou para o mundo se realize nesta Páscoa e permaneça na vida de todos!


segunda-feira, 30 de março de 2020

Batalha naval

   Este tempo de isolamento forçado tem obrigado os pais a desdobrarem-se na tarefa de professores e trabalhadores em regime de teletrabalho, sem descurar, todavia, as tarefas domésticas. Estamos a passar, sem dúvida, por tempos desafiantes,mas temos de pensar que tudo serve para nos tornar mais fortes.
   Contudo, o que mais me desgasta é pensar em actividades para entreter estes dois rapazes cheios de energia, após as tarefas escolares. Temos visto filmes e séries, cozinhado em família, dado vida a jogos de tabuleiro que estavam esquecidos na estante. E daté um piquenique já fizémos em plena sala de estar!
   Então lembrei-me que há muito que não jogávamos batalha naval. Criei um template que partilho hoje com vocês. Só precisam clicar aqui e imprimir! :-) 



segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Cookies com Pepitas de chocolate

   Estas bolachinhas deliciosas foram a nossa prenda para o Pai Natal. É claro que guardámos umas quantas para nós... que por acaso já não chegaram à mesa do Dia de Natal! Desapareceram todas na noite de Consoada!




125 g de manteiga
110 g de açúcar branco
110 g de açúcar mascavado
1/2 colher (chá) de baunilha
1 ovo
260 g de farinha com fermento
1/2 colher (chá) de sal
150 g de pepitas de chocolate



   Ligue o forno a 180ºC.
   Coloque a manteiga, o açúcar e a baunilha no copo da bimby. Bata por 1 minuto / velocidade 4.
  Adicione o ovo através do buraco na tampa e continue a misturar por 30 segundos / velocidade 4.
   Adicione a farinha e sal e amasse em 30 segundos/ velocidade Espiga.
   Adicione as pepitas de chocolate, e misture muito bem com uma espátula.
  Com uma colher de gelado, forme pequenas bolas e coloque num tabuleiro forrado com papel vegetal, tendo o cuidado de deixar espaço entre elas, pois a massa cresce muito). 
   Leve ao forno por 10 a 12 minutos.
   Deixe-as repousar uns 5 minutos no tabuleiro e depois transfira para uma rede.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Pinheiro iluminado




"(...) De facto, seguindo esses rastos, depressa chegou à pequena aldeia dos lenhadores. Todas as portas se abriram, e os homens da floresta reconheceram o Cavaleiro que rodearam com grandes saudações.
Este penetrou na cabana maior e sentou-se ao pé do lume enquanto os moradores lhe serviram pão com mel e leite quente.
— Já pensávamos que não voltasses mais — disse um velho de grandes barbas —.
— Demorei mais do que queria — respondeu o peregrino
— Mas graças a Deus cheguei a tempo. Hoje antes da meia-noite estarei em minha casa.
— É tarde — disse o velho — o dia já escureceu, vai nevar e de noite não poderás caminhar.
— Nasci na floresta — respondeu o peregrino — conheço bem todos os seus atalhos. Seguindo ao longo do rio não me posso perder.
— A floresta é grande e na escuridão ninguém a conhece. Fica connosco e dorme esta noite na minha cabana. Amanhã, ao romper do dia, seguirás o teu caminho.
— Não posso — tornou o Cavaleiro —, prometi que estaria hoje em minha casa.
— A floresta está cheia de lobos esfomeados. Que farás tu se uma matilha te assaltar?
Mas o Cavaleiro sorriu e respondeu:
— Não sabes que na noite de Natal as feras não atacam o homem?
E tendo dito isto levantou-se, despediu-se dos lenhadores, montou a cavalo e seguiu o seu caminho.
Dirigiu-se para a esquerda procurando o curso gelado do rio. Mas mal se afastou um pouco da aldeia a neve começou a cair tão espessa e cerrada que o Cavaleiro mal via.
— Depressa — pensava ele —, tenho de chegar depressa ao pé do rio. E puxando mais o capuz para a testa continuou a avançar.
Mas o rio não aparecia, e a noite começou a avançar.
O homem parou e escutou.
— Era mais prudente voltar para trás — pensou ele —.Mas se eu não chegar hoje, a minha mulher, os meus filhos e os meus criados pensarão que morri ou me perdi nas terras estrangeiras. Passarão um Natal de tristeza e aflição. E preciso que eu chegue hoje.
E continuou para a frente.
Agora nenhum ramo estalava e não se ouvia o menor rumor. Os esquilos, as raposas e os veados já estavam recolhidos nas suas tocas. O cair da neve parecia multiplicar o silêncio.
E o rio parecia ter-se sumido.
— Talvez me tenha enganado no caminho — pensou o Cavaleiro —, vou mudar de direcção.
E virou um pouco mais para a esquerda. Mas continuou a escurecer, a neve continuou a cair, o silêncio continuou a crescer e o homem e o rio não se encontravam.
E devagar anoiteceu mais.
As horas uma por uma foram passando e longamente o Cavaleiro avançou perdido na escuridão.
Por mais que se enrolasse no seu capote, o ar arrefecia-o até aos ossos e as suas mãos começavam a gelar. Já não sabia há quanto tempo caminhava, e a floresta era como um labirinto sem fim onde os caminhos andavam à roda e se cruzavam e desapareciam.
— Estou perdido — murmurou ele baixinho —. Então a treva encheu-se de pequenos pontos brilhantes, avermelhados e vivos.
Eram os olhos dos lobos.
O Cavaleiro ouvia-os moverem-se em leves passos sobre a neve, sentia a sua respiração ardente e ansiosa, adivinhava o branco cruel dos seus dentes agudos.
Em voz alta disse:
— Hoje é noite de trégua, noite de Natal.
E ao som destas palavras os olhos recuaram e desapareceram.
Mais adiante ouviu-se o ronco dum urso. O Cavaleiro estacou a sua montada e a fera aproximou-se. Vinha de pé e pousou as patas da frente no pescoço do cavalo.
O homem ouviu-o respirar, sentiu o seu pêlo tocar-lhe a mão e viu a um palmo de si o brilho dos pequenos olhos ferozes.
E em voz alta disse:
— Hoje é noite de trégua, noite de Natal.
Então o bicho recuou pesadamente e grunhindo desapareceu.
E o Cavaleiro entre silêncio e treva continuou a  caminhar para a frente.
Caminhava ao acaso, levado por pura esperança, pois nada via e nada ouvia. As ramagens roçavam-lhe a cara e caminhava sem norte e sem oriente. O cavalo enterrava-se na neve e avançava muito devagar. Até que de repente parou. O homem tocou-o com as esporas mas ele continuou imóvel e hirto.
— Vou morrer esta noite — pensou o Cavaleiro —.Então lembrou-se da grande noite azul de Jerusalém toda bordada de constelações. E lembrou-se de Baltasar, Gaspar e Melchior, que tinham lido no céu o seu caminho. O céu aqui era escuro, velado, pesado de silêncio. Nele não se ouvia nenhuma voz nem se via nenhum sinal. Mas foi em frente desse céu fechado e mudo que o Cavaleiro rezou.
Rezou a oração dos Anjos, o grande grito de alegria, de confiança e de aliança que numa noite antiquíssima tinha atravessado o céu transparente da Judeia. As palavras ergueram-se uma por uma no puro silêncio da neve:
— Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.
Então na massa escura dos arvoredos começou ao longe a crescer uma pequena claridade.
— Deus seja bendito — murmurou o Cavaleiro —. Deve ser uma fogueira. Deve ser algum lenhador perdido como eu que acendeu uma fogueira. A minha reza foi ouvida. Junto dum lume e ao lado de outro homem poderei esperar pelo nascer do dia.
O cavalo relinchou. Também ele tinha visto a luz. E reunindo as suas forças, o homem e o animal recomeçaram a avançar.
A luz continuava a crescer e à medida que crescia, subindo do chão para o céu, ia tomando a forma dum cone.
Era um grande triângulo radioso cujo cimo subia mais alto do que todas as árvores.
Agora toda a floresta se iluminava. Os gelos brilhavam, a neve mostrava a sua brancura, o ar estava cheio de reflexos multicolores, grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens.
— Que maravilhosa fogueira — pensou o Cavaleiro —. Nunca vi fogueira tão bela.
Mas quando chegou em frente da claridade viu que não era uma fogueira. Pois era ali a clareira de bétulas onde ficava a sua casa. E ao lado da casa, o grande abeto escuro, a maior árvore da floresta, estava coberta de luzes.
Porque os anjos do Natal a tinham enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para guiar o Cavaleiro.

Esta história, levada de boca em boca, correu os países do Norte. E é por isso que na noite de Natal se iluminam os pinheiros. (...)"

(O Cavaleiro da Dinamarca, Sophia de Mello Breyner)




sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Sobremesa assustadora!

   A noite mais assustadora do ano trouxe-nos uma sobremesa fresca e deliciosa, muito semelhante à do ano passado. Desta vez experimentei uma receita que encontrei no Arco Íris na cozinha. As quantidades rendem 4 doses.




2 ovos
75 g de açúcar
150 ml de leite
200 ml de natas
100 g de chocolate de culinária
1 colher de sobremesa de essência de baunilha
1 colher de café de café solúvel
sal q.b.
4 bolachas Oreo
Línguas de gato pequenas 
Lápis de pasteleiro branco ou castanho


Bata os ovos com o açúcar, até obter um creme uniforme e esbranquiçado.
Leve ao lume aas natas e o leite e deixe ferver. 
Verta um pouco da mistura de natas e leite no creme de ovos e misture bem. Adicione o restante. 
Verta tudo ra o tacho e adicione o café solúvel. Cozinhe a mistura em lume médio/alto durante cerca de 10 minutos, até a mistura engrossar.
Entretanto, pique o chocolate. 
Verta o creme de leite, natas e ovos sobre o chocolate e deixe repousar 5 minutos.
Findo esse tempo, misture com uma vara de arames, até obter um creme de chocolate homogéneo. 
Adicione uma pitada de sal e o extracto de baunilha, e misture bem.
Distribua o creme por quatro taças individuais e cubra com película aderente, em contacto com a superfície do creme. Coloque as taças no frigorífico durante 3 horas, no mínimo.
Na hora de servir, triture as bolachas Oreo e distribua pelas taças. 
Escreva nas línguas de veado "RIP" e decore as taças.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Halloween 2019

  Este ano, o Halloween encheu-nos a casa de morcegos. É sempre uma diversão aproveitar esta época para fazer algo diferente no que toca a decorara a casa e a mesa de um modo diferente.

   E nada mais simples: usámos um molde em vários tamanhos, uma cartolina preta e uma tesoura. Um serão inteiro a desenhar e a cortar et voilá! 

   Caso queiram fazer para o ano, deixo-vos o molde do morcego aqui. 












quinta-feira, 13 de junho de 2019

Santo António de Lisboa

Santo António de Lisboa
Era um grande pregador.
Mas é por ser Santo António 
Que as moças lhe têm Amor!


segunda-feira, 22 de abril de 2019

E cumpriu-se a tradição !

   Uma das nossas tradições pascais, sempre que passamos a Páscoa no Luxemburgo, passa sempre por fazer um passeio até Nospelt, para comprarmos o nosso Péckvillercher.

   Na Segunda-Feira depois da Páscoa, esta vila luxemburguesa torna-se o palco do "Éimaischen (Emaús)", um mercado, que ocorre desde 1827, e onde se podem encontrar uma grande variedade de passarinhos de assobiar ("Péckvillercher"), que simbolizam o regresso da primavera. Todos eles são feitos em barro ou em porcelana.

  O nome do mercado tem origem nos discípulos que foram interpelados por Jesus no caminho de Emaús (uma pequena aldeia perto de cidade de Jerusalém), ao entardecer do dia da sua ressurreição. 






sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Halloween 2018



   
Desde que nos instalámos no Luxemburgo que festejamos o Halloween a preceito. Desta vez, apesar de não termos feito nenhuma festa cá em casa, tivémos direto a um jantar a preceito. Deixo-vos a receita que escolhi para sobremesa.





4 ovos
4 colheres (açúcar) - para as gemas
4 colheres (açúcar) - para as claras
1 pacote de natas (200 gr)
400 g de chocolate meio amargo
1 pacote de bolachas Oreo
Línguas de veado (pequenas)
Caneta de pasteleiro castanha

   Parta o chocolate em pedaços pequenos;
   Coloque o chocolate numa panela e aqueça em lume brando com temperatura baixa. Misture bem até que o chocolate se dissolver completamente.
   Separe as gemas das clara.
   Bata as gemas com o açúcar, até obter uma mistura esbranquiçada.
   Bata as claras em castelo e, no fim, acrescente o açúcar.
   Misture o chocolate derretido com o preparado das gemas e açúcar.
   Depois de bem misturados, acrescente as natas.
   Em seguida, envolva as claras batidas em castelo.
   Guarde no frigorífico até à hora de servir, de preferência de um dia para o outro.
   Perto da hora de servir, pique as bolachas Oreo e cubra as tacinhas de mousse.
   Escreva "RIP" nas línguas de veado e disponha uma em cada taça.

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