Mostrar mensagens com a etiqueta Sugestões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sugestões. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de outubro de 2017

A Anne no "Madame Tussauds"

   A visita ao "Madame Tussauds" é sempre uma diversão. Mas este cantinho é o que mais gosto. A estátua da Anne é tão real que é impossível não nos emocionarmos na sua presença! 




Mais detalhes do museu, aqui

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Merwedeplein 37

   Antes de viver escondida no anexo, a Anne viveu num bairro nobre da cidade. Desta vez, decidimos descobri-lo, ver onde a Anne passeava, onde estudava, onde brincava, espreitar a livraria onde o pai comprou o diário que depois a revelou ao mundo.
   Rivierenbuurt é um bairro muito bonito, tranquilo, praticamente desconhecido dos turistas. Talvez por isso o ambiente que se respita aqui é de paz e tranquilidade. Já vos disse que gosto muito de conhecer locais que não estão publicitados nos circuitos turísticos, não já? :-) 
   A  casa (Merwedeplein 37, no segundo andar) não está aberta a visitas: segundo li,  pertence a uma  ONG que recebe escritores refugiados.
   No Youtube é possível encontrar um vídeo com uma breve aparíção de Anne numa destas janelas: Vejam aqui. 





 A Anne também lá está, claro. Acarinhada pela vizinhança que nunca a deixa estar sem flores :-)


   Descobrimos que a memória desta família continua presente: em frente à sua casa, na calçada, é possível encontrar estas placas douradas.
   Estas pedras são chamadas de Stolpersteine (Pedras da Memória) . E um projeto do artista plástico Gunter Demnig, que tem como objetivo criar monumentos memoriais para relembrar as vítimas do nazismo. Cada uma destas pedras contém uma inscrição individual. E são fixadas na calçada diante da antiga moradia da vítima.
   E por todo o bairro é possível encontrar outras tantas semelhantes.

Aqui viveu...
Data nascimento...
Data de quando se esconderam...
Data da prisão...
Em que campos de concentração esteve ...
Onde morreu ... / Se sobreviveu  







Deixo-vos alguns inks muito interessantes sobre este tema:

Inside Anne Frank's Real Home 
Anne Frank apartment virtual tour, Merwedeplein
As Stolpersteine


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O regresso ao anexo secreto



"Para construir um futuro, é necessário conhecer o passado" (Otto Frank, 1967)

   Há 4 anos, visitámos o Anexo, com o G. e o Z. ainda bem pequenos. Para mim já não era uma estreia, mas a emoção sentida foi como se pisasse aquele local pela primeira vez.
   Esperámos mais uns aninhos para regressámos. Os meus rapazes, sempre agitados, brincalhões e alegres, renderam-se ao ambiente que reina naquele espaço: fizeram a visita em silêncio, prestaram atenção a tudo, ouviram atentamente o texto dos audio-guias, questionaram-nos...  
   Sei que os meus filhos cresceram com esta experiência. No alto da sua sabedoria de criança, sei que assimilaram e retiveram o essencial. E apesar de as suas vidas terem regressado à rotina de uma infância feliz e despreocupada, tenho firme certeza que não irão esquecer esta verdadeira lição de vida e de história. Que orgulho nestes dois seres humanos maravilhosos!!! 

PS: Como é proibido tirar fotos, deixo-vos alguns links com informação sobre a Anne e sobre o esconderijo secreto da família Frank. Conseguem até fazer uma visita virtual ao espaço!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Amesterdão

    Amesterdão é uma das minhas cidades do coração. Lá, estou em casa. Adoro a sensação de já me orientar em alguns pedaços da cidade, sem a ajuda de GPS e mapas, de ir apenas com o intuito de comerem determinado restaurante, de não ter de correr para ver tudo de uma só vez, de conhecer locais que não estão nos circuitos turísticos...
    No fim de semana passado, lá fomos nós uma vez mais. Estas escapadinhas são perfeitas para ganhar fôlego para uma nova semana de trabalho e de escola. Regressamos revigorados. E até o São Pedro ajudou a que tudo fosse perfeito!  :-)











quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O Tomé

   "(...) O jacaré Tomé era o mais recente habitante da lagoa que alagava o vale. Tinha chegado há pouco tempo e ainda não conhecia ninguém por aquelas bandas.
Já tinha tentado fazer amigos por diversas vezes mas, sempre que abria a sua enorme boca para dizer "olá", fugiam todos num ápice. Ninguém se queria aproximar muito de um bicho assim tão assustador! (...)"

    Assim começa a história do livro "O crocodilo que afinal era um jacaré" e o Tomé é a personagem cental da história.

    O boneco Tomé nasceu de um desafio proposto pela Cláudia, uma querida amiga e o coração do projecto Yoga entre histórias.
   Se ainda não conhecem os livros, está mais do que na hora! e partilhem! As vossas crianças e as crianças dos vossos amigos vão adorar!

Deixo-vos a página de FB e o link para o site:
Yoga entre histórias
http://www.yogaentrehistorias.com/


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Castelo de Vêves

   O Castelo de Vêves, fica a alguns quilómetros a sudeste da cidade de Dinant, uma jóia arquitectónica, e um guardião das memórias passadas!  





   O primeiro castelo foi construído no início do século VIII, como propriedade de Pépin de Herstal no século VIII. No século XII, o castelo entrou nas mãos de Wauthier de Beaufort,  através do casamento.  
   Em 1200, o castelo sofreu um incêndio mas foi reconstruído em 1230. Durante a Guerra da Vaca (1275-1277), os Lordes de Beaufort lutaram ao lado do Conde de Luxemburgo e do Conde de Namur. Em 1466, Louis de Beaufort participou do cerco de Dinant e o castelo foi novamente queimado e reconstruído.
   Durante os séculos XVIII e XIX, os senhores de Beaufort e suas esposas desempenharam papéis importantes na política francesa, belga e holandesa. Através do casamento, o nome de família tornou-se De Liedekerke Beaufort.
  





 


No século XX, o Conde Hadelin de Liedekerke de Beaufort abriu o castelo ao público: Ele doou o castelo a uma fundação que restaurou o castelo sob a presidência de seu filho Christian.
   A família habita ainda no castelo e continuam a preservar e dirigir esta casa histórica com grande paixão e atenção aos detalhes.

   Os ambientes são a encarnação do gosto e refinamento. Os quartos do castelo são pontilhados com mobiliário do século XVIII, porcelana rara, recordações históricas e pinturas magistral que formam uma decoração elegante e delicada.










sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Maison Leffe

   O Domingo amanheceu chuvoso, mas nem isso nos afastou da nossa ideia de continuar o passeio pela zona de Dinant. Nas vésperas, já tinhamos decidido deixar a Maison Lefe para domingo. Depois de sairmos do Memorial, uma vez que já não teriamos tempo de fazer uma visita com mais demorada.






   A cerveja Leffe é uma das mais tradicionais da Bélgica. Actualmente, a cerveja é fabricada em Leuven, na Brasserie Stella Artois. Na antiga Abadia  resta apenas o museu e toda a história da famosa cerveja. No mesmo espaço existe ainda um hotel e um restaurante.





  A abadia de Notre-Dame de Leffe, foi fundada em 1152 por uma ordem religiosa conhecida pela hospitalidade. Os monges começaram a produzir cerveja, em 1240. Era muito comum a fabricação de cerveja pelos monges, por ser um tipo de bebida que, ao mesmo tempo em que aquecia o corpo, também fornecia todos nutrientes necessários. Além disso, a cerveja tinha um importante papel sanitário, uma vez que impedia que epidemias se espalhassem através da água contaminada, já que o processo de fermentação, fervia a bebida e eliminava vírus e bactérias.


 
   No século XV, a Abadia abria as portas a peregrinos de toda a parte, chegados para obter a bebida revigorante que ali se produzia.
    Mas a Abadia sofreu várias intempéries, naturais e humanas, através dos anos: uma enchente em 1460, um incêndio em 1466. Em 1794, durante a Revolução Francesa, os monges tiveram de abandonar a Abadia. A produção de cerveja continuou em uma escala menor até 1809, quando foi interrompida completamente. Os monges só regressaram à Abadia em 1902, e em 1937 foi oficialmente declarada como património histórico. Na década de 50, as receitas de 1240 foram resgatadas e ainda agora continuam a ser mantidas.




   O museu localiza-se na antiga capela, num espaço repleto de belos vitrais. Vídeos ilustrativos contam a história da cerveja tradicional de Dinant, como era a vida dos monges, quais são as cervejas produzidas, ingredientes e objectos usados na produção. 


 



É feita a descrição de cada tipo de cerveja, com as devidas indicações de harmonização, os seus cheiros,  ingredientes e objectos usados na produção.


 
 





    Depois disso, vem a parte da degustação, num bar bem catita!



   A Leffe demorou 18 meses a criar um novo copo, para melhorar esta experiência . Muito bonito, o copo, não concordam?





   Beber uma Leffe é um ritual onde todos os sentidos são chamados a intervir. Segundo os puristas, beber uma Leffe é ter tempo para:

- Admirar a espuma cremosa em todo o seu esplendor : o novo copo defende a cor de Leffe e melhora sua espuma, com uma letra gravada L no fundo do vidro: o L promove uma liberação contínua de bolhas, o que significa que a espuma permanece até ao último gole. 

- Tocar - A nova haste é decorada com uma gravura tridimensional da abadia Leffe, você se sentirá parte da rica história da Leffe. Também permite segurar o copo facilmente, sem necessidade de aquecer o conteúdo com a mão. Desta forma, a cerveja mantem-se na temperatura ideal. 

-  Cheirar – a forma arredondada do copo permite a concentração do bouquet de aromas. O copo deve ser girado ligeiramente para libertar todos os aromas, que devem ser cheirados e sentidos.

- Provar – o copo é largo o suficiente para que o nariz possa sentir o aroma da cerveja no momento em que a bebemos.


    E pasme-se, como eu me pasmei! Ao fim de tantos anos de vida é que descubro que afinal de contas até gosto de cerveja! ainda não tinha era encontrado "a" cerveja! e aqui estou em, em plena cidade de Dinant a ficar rendida à  Leffe Ruby: uma linda cor vermelha, numa mistura de frutos vermelhos, rosa e madeira!  O M. optou pela Leffe Brune, a versão original da Leffe, com um travo de caramelo.





    E no final, ainda temos direito a uma oferta: dois lindos copos, para podermos degustar as nossas Leffe em casa!!! Adorei!

    Mais detalhes no  site oficial da Maison Leffe: http://www.leffe.com/en/maison-leffe




   E antes de seguirmos viagem até ao Castelo de Vêves, ainda tivémos tempo de admirar Dinant uma vez mais :-)

                             


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...